
Únicas com trava-queda integrado, proporcionando
produção dobrada e conforto operacional.
Trava-queda acoplado diretamente à estrutura da cadeira possibilita maior segurança e total facilidade de movimentação vertical, eliminando as dificuldades decorrentes do trava-queda ligado às costas.
Flexibilidade de escolha
Produzimos quatro modelos: sempre é possível escolher o tipo mais adequado para qualquer que seja o trabalho com movimentação vertical.
Todos os modelos são fabricados inteiramente em aço galvanizado e possuem assento anatômico com dois mosquetões para prender baldes ou ferramentas. Obedecem às exigências do Ministério do Trabalho e a norma NBR 14751 da ABNT. São fornecidas com cinturão de segurança Gulin, tipo pára-quedista e trava-queda Gulin (modelo XA ou XN). São indicadas para movimentação de até 100 kg (pessoa mais material de trabalho).
Só desce em corda de nylon (12 mm de diâmetro, resistência de 2.000 kg). Possui duas travas de segurança, conforme exigência do Ministério do Trabalho (NR 18.15.51). Especialmente indicada em serviços de pintura e limpeza de fachadas, onde se deseja serviço executado o mais rápido possível e a operação possa ser feita na descida.
Pode ser colocada ou retirada em qualquer trecho da corda de qualquer comprimento.
Possibilita rápido retorno ao último andar, usando-se elevador ou escada. Essas características propiciam que esta cadeira (peso: 7 kg) tenha uma produtividade 2 vezes maior que qualquer outra e cerca de 4 vezes aos andaimes suspensos. É também usada em descidas de emergência de apartamentos, escritórios e pontes-rolantes.
Fácil funcionamento: basta acionar suavemente a alavanca controladora para a cadeira descer suavemente. Quanto mais forte for o acionamento, maior será a velocidade de descida.
Basta tirar a mão da alavanca para a cadeira parar imediatamente.
Aconselhamos treinamento em alturas de até 3 metros.


a) Enfiar a corda na argola passando pelo gancho.
b) Apertar a alavanca controladora de velocidade e deixar a corda presa.
c) Passar a corda no gancho de segurança.
Sobe e desce em corda de nylon (12 mm de diâmetro
de qualquer comprimento). Possui duas travas de
segurança acopladas às manoplas. Patenteado
sistema de tração dispensa o uso de peso na ponta
da corda que pode ser colocada ou retirada em
qualquer trecho. peso 10 kg.
A corda pode ser imediatamente colocada ou retirada em qualquer ponto e não precisa ser mantida esticada por um peso.


Sobe e desce em cabo de aço de qualquer comprimento
(4,8 mm de diâmetro, formação 6 x 19, com alma de aço,
resistência de 1.500 kg). Indispensável na manutenção
industrial onde é necessário usar cabo de aço resistente a
jateamento de areia, vapores, calor e solda. O cabo de aço,
normalmente, é galvanizado, porém, pode ser inoxidável,
para atender exigências das indústrias alimentícias e
farmacêuticas. Peso: 12 kg.
O cabo pode ser imediatamente colocado em qualquer ponto e deve ser mantido esticado pelo peso do próprio carretel, fornecido com a cadeira, com o excesso do cabo enrolado.


Especialmente indicada para espaços confinados ou
serviços em que o trabalhador tenha necessidade da
frente livre para fácil operação de ferramentas ou
instrumentos.
A movimentação é feita por outra pessoa (vigia) usando um guincho modelo G-4 ou G-5. Peso: 6 kg.
AS NORMAS NBR 14626, 14627, 14628 E 14751 DA ABNT EXIGEM QUE OS CABOS E AS CORDAS DAS CADEIRAS E TRAVA QUEDAS SEJAM FIXADOS EM PONTOS OU SUPORTES DE ANCORAGEM QUE RESISTAM, NO MÍNIMO, 1.500 KG.

Nesse caso, não há distância entre os cabos e a fachada, sendo possível a movimentação da cadeira, com facilidade, do solo ao penúltimo andar (figura 1).
As cordas devem ser protegidas da quina da parede por meio de material flexível, tipo borracha.
IMPORTANTE:
Os cabos de aço das cadeiras e dos trava-quedas não devem ser apoiados nas quinas, mesmo com proteção, tipo borracha, visto que sofrem deformação permanente e ficam com a resistência comprometida. Para sua correta fixação é necessário usar corrente ou outro cabo de aço (com diâmero maior) ligados por meio de mosquetão ou manilhas.
Utilizando-se os suportes que deixam os cabos distanciados cerca de 30 cm da fachada, é possível movimentar-se com facilidade do solo ao último andar conforme as figuras 2 e 3, sugestões simplesmente didáticas, visto que não são comercializados pela Equipamentos Gulin.



Moderno e prático sistema de trabalho em fachadas, com movimentação da base de ancoragem, no terraço, por um só homem. Atende todas as exigências de segurança do Ministério do Trabalho e das normas da ABNT. Resiste à carga de 15 kN (1500 kg), comprovado por laudo do Laboratório Falcão Bauer. Fácil transporte por elevador ou escada. Montagem e desmontagem em apenas 10 minutos, com a manipulação de, no máximo, 3 parafusos.
A base de ancoragem (40kg) possui rodas com revestimento de poliuretano, alojamento para 18 contrapesos de 25 kg, conexão com diversas opções de montagem a uma viga (Foto a) ou duas (Foto b) na posição horizontal, conforme altura do beiral do terraço. Cada viga com 2,50 m pesa 30 kg.



Moderno e prático sistema de trabalho em fachadas, permitindo fácil movimentação horizontal das cadeiras suspensas por meio do deslocamento do Trole Gulin modelo TR-4 no Trilho Inox Gulin.


1- A cadeira suspensa deve ser usada em conjunto com trava-queda e cinturão pára-quedista (NR 18).
2- O ponto de ancoragem do cabo de sustentação da cadeira deve ser independente do ponto de ancoragem do cabo do trava-queda e resistirem a, no mínimo, 1500 kg (NR 18 e NBR 14751).
3- Os cabos de aço e as cordas de segurança devem ser protegidos das quinas vivas e saliências (NBR 14751).
4- A conexão do cabo de aço da cadeira ao ponto de ancoragem deve ser feita com uso de cabo de aço independente, corrente, mosquetão ou manilha, isto é, não se deve usar o próprio cabo de aço da cadeira para amarração (NBR 14751).
5- Procedimentos de segurança para montagem e acesso à cadeira:
a) A cadeira suspensa e seu trava-queda integrado devem ser preparados para funcionamento por um trabalhador habilitado e protegido por cinturão pára-quedista e talabarte de corrente ( máximo 2 m) ligado à sua argola dorsal ou frontal ( Fig.a).
b) O trabalhador só deve sentar-se à cadeira com o talabarte de corrente ligado ao seu cinturão ( Fig.b).
c) O trabalhador só deve soltar-se do talabarte de corrente após ligar seu cinturão à cadeira (fig.c).
NOTA: para sair da cadeira deve-se fazer o procedimento inverso.


1- Armazenar as cadeiras suspensas limpas e abrigadas das intempéries em lugar seco.
2- Desmontar, lavar e engraxar as manoplas das cadeiras CS-2 e CS-3 após uso de produtos químicos corrosivos ou pastosos "tipo epóxi".
3- As cadeiras suspensas Gulin devem ser revisadas anualmente pela EQUIPAMENTOS GULIN conforme exigência da norma NBR 14751.


