ÚNICOS RETRÁTEIS COM RESISTENTE CARCAÇA DE AÇO INOX

Modelo de funcionamento retrátil (CA 5153), com até 10 m de cabo de aço galvanizado, com 4,8 mm de diâmetro, ou inox para indústrias alimentícias/farmacêuticas e com revestimento sintético para locais com atmosfera potencialmente explosiva.

Possui mosquetão-destorcedor para durabilidade do cabo com indicador de queda (indica necessidade de revisão).

As estatísticas de acidentes demonstram que o trabalho de carregamento em caminhões, principalmente durante a operação de enlonamento, sem a devida proteção contra quedas, é o principal responsável por graves acidentes nesta área.

Mundialmente, o sistema de segurança contra quedas mais usado sobre caminhões e vagões ferroviários é constituído por trava-queda retrátil (modelo R-10 ou R-20) conectado a um trole.

MODELO R-10

MODELO R-20

Modelo de funcionamento retrátil (CA 5153), com até 20 m de cabo de aço galvanizado, com 4,8 mm de diâmetro, ou inox para indústrias alimentícias/farmacêuticas e com revestimento sintético para locais com atmosfera potencialmente explosiva.

Possui mosquetão-destorcedor para durabilidade do cabo com indicador de queda (indica necessidade de revisão).

Importante: O modelo R-20 com cabo de aço com revestimento sintético é o mais usado, no Brasil, pelas distribuidoras de combustível.
Em áreas internas, geralmente usa-se o trava-queda R-10 ou R-20 conectado ao trole TR-1 e viga de aço I de 4" x 2 5/8".
TROLE TR-1
Informações para instalação dos trilhos sobre as baias dos caminhões/vagões são dadas no capítulo 10 ( Trabalho em Área de Carga).
Nossa indiscutível experiência e liderança nesta área pode ser comprovada pela maioria dos trava-quedas instalados nas unidades da Petrobrás e outras distribuidoras de combustível.
Em áreas externas, geralmente usa-se o trava-queda R-10 ou R-20 conectado ao trole TR-3 e cabo de aço galvanizado ou inoxidável com diâmetro de 3/8". Maiores detalhes veja o capítulo 10 (Trabalho em Área de Carga).
TROLE TR-3
USO DOS TRAVA-QUEDAS MODELOS R-10 E R-20

1- Só deve ser usado com cinturão de segurança especificado no CA: Cinturão Gulin modelo 102.

Importante: a não obediência desta exigência acarreta multa de 6.000 UFIR's ( mais de 6.000 reais).

2- O trava-queda retrátil deve ser fixado sempre ecima da cabeça do usuário, a uma distância de, no mínimo, 70 cm, em um ponto com resistência igual ou superior a 1500 kg (NBR 14628).
3- A carga máxima de trabalho dos trava-quedas retráteis (peso do trabalhador) é de 100 kg (NBR 14628).
4- Antes de conectar o trava-queda ao cinturão, faça o teste inicial de bom funcionamento: só use o aparelho após constatar:
a) Imediato travamento do cabo após ser puxado com força para fora.
b) Retorno integral do cabo retrátil após deixar de ser puxado.
5- O cabo retrátil deve ser conectado à argola dorsal (costas) do cinturão pára-quedista e durante o uso é necessário que fique esticado pela ação da mola interna retrátil.
6- Após o uso, nunca deixar o cabo recolher com velocidade (tomar o mesmo cuidado que se exige para as trenas de medição).Para efetuar o recolhimento do cabo de aço faça a substituição do cinturão por uma fraca corda. A corda possibilitará fácil recuperação do cabo de aço no próximo uso e rompe-se facilmente se for puxada acidentalmente por empilhadeira ou caminhão, sem causar danos ao trava-queda e à instalação.
Ensaio prático
7- O deslocamento horizontal do trabalhador em relação ao centro do aparelho (L) não deve ser superior a um terço da distância entre o ponto de ligação do cinturão e o solo (H).
Havendo necessidade de maior deslocamento horizontal deve-se usar as seguintes linhas horizontais e troles:
- Viga de aço "I" de 4" x 2 5/8" (até terceira alma): trole TR-1.
- Cabo de aço de 3/8": trole TR-3.
- Trilho inox "U" de 40 x 40 mm: trole TR4.
Importante: cuidados para uso de trava-quedas em troles:

a) O trole deve oferecer rápido e fácil deslizamento horizontal com mínimo esforço do cabo retrátil.

b) evitar amassamento da carcaça por choque mecânico com final da linha ou entre aparelhos quando utilizados em uma mesma linha.

8- Uso externo: para proteção contra chuva, os trava-quedas R-10 e R20 podem ser fornecidos com vedação da carcaça, porém, não impede a entrada de água ou produtos químicos corrosivos pela movimentação do próprio cabo de aço, podendo ocasionar oxidação da mola retrátil que, devido às suas características mecânicas, não pode ser de aço inox.
9- Cabo de aço inox: para atender especificações de indústrias farmacêuticas, alimentícias ou em atividades marítmas, os trava-quedas R-10, R-20 e R-20R podem ser fornecidos com cabo e sapatilhas em aço inox.
10- Cabo de aço com revestimento sintético: para trabalho em locais com atmosfera potencialmente explosiva, os trava quedas R-10, R-20 e R20-R podem ser fornecidos com cabo de aço revestido.
11- Retificação do cabo de aço: durante o uso do cabo retrátil, podem ocorrer pequenas deformações que são facilmente eliminadas com sua retificação manual. Alertamos que pequenas deformações impedem a necessária retração total do cabo e se não forem eliminadas, tornam-se permanentes e obrigam a sua substituição.
INSPEÇÃO DOS TRAVA-QUEDAS MODELOS R-10 E R-20
1- Os trava-quedas retráteis devem ser obrigatoriamente inspecionados antes de cada uso fazendo-se o teste de bom funcionamento ( veja item 4 de Uso).
Importante: não efetuar teste de queda livre de peso, visto que, rompendo ou danificando o pino de segurança do destorcedor dos aparelhos R-10, R-20 ou R-20R, deverão ser enviados para revisão.
2 - O cabo de aço retrátil deve ser inspecionado conforme capítulo 16.
3 - O cinturão pára-quedista deve ser inspecionado conforme capítulo 8 e inutilizados após reter uma queda (NBR 11370).
4 - Os trava-quedas montados em troles devem ter fácil deslocamento ao longo de toda a linha e em nenhum caso deve haver possibilidade de amassar a carcaça do aparelho por choque mecânico.
MANUTENÇÃO DOS TRAVA-QUEDAS MODELOS R-10 E R-20
Os trava-quedas retráteis R-10, R-20 e R-20R devem ser revisados pela Equipamentos Gulin nas seguintes condições:
a) Reprovação no teste inicial de bom funcionamento.
b) pino de segurança do destorcedor rompido ou danificado (indica que o aparelho já reteve uma queda e de acordo com a NBR 14628 necessita de revisão.
c) Cabo retrátil frouxo devido às suas deformações permanentes, fios partidos e/ou mola interna retrátil desregulada.
d) Inspeção anual, obrigatória, conforme NBR 14628, já vencida.
Nota:
Os aparelhos a serem enviados para revisão não devem ser abertos ( risco de ferimento). Os troles não devem ser enviados junto com os trava-quedas, visto que, são facilmente desconectados e, muitas vezes, possuem ajustes específicos para a linha onde estão instalados.