Únicas com trava-queda integrado, proporcionando produção dobrada e conforto operacional
 
Trava-queda acoplado diretamente à estrutura da cadeira possibilita maior segurança e total facilidade de movimentação vertical, eliminando as dificuldades decorrentes do trava-queda ligado às costas. 

Flexibilidade de escolha
 
Produzimos cinco modelos: sempre é possível escolher o tipo mais adequado para qualquer que seja o trabalho com movimentação vertical.
Todos os modelos são fabricados inteiramente em aço, possuem assento anatômico com dois mosquetões para prender baldes ou ferramentas. Obedecem às exigências do Ministério do Trabalho e a norma NBR 14751 da ABNT. São fornecidas com cinturão de segurança Gulin, tipo pára-quedista e trava-queda Gulin (modelo XA ou XN). São indicadas para movimentação de até 100 kg (pessoa mais material de trabalho). 

 

Modelo 1
 

 

Só desce em corda de nylon (12 mm de diâmetro, resistência de 2.000 kg). Especialmente indicada em serviços de pintura e limpeza de fachadas, onde se deseja serviço executado o mais rápido possível e a operação possa ser feita na descida.

Pode ser colocada ou retirada em qualquer ponto da corda de qualquer comprimento. Não necessita usar um suporte no último andar para distanciar a corda da parede. Para sua utilização basta amarrar a corda no último andar e protegê-la (com borracha, tapete ou madeira) das quinas vivas das paredes.

Possibilita rápido retorno ao último andar, usando-se elevador ou escada. Essas características propiciam que essa cadeira (peso: 7 kg) tenha uma produtividade 2 vezes maior que qualquer outra e cerca de 4 vezes aos andaimes suspensos. É também usada em descidas de emergência de apartamentos, escritórios e pontes-rolantes.

Fácil funcionamento: basta acionar suavemente a alavanca controladora para a cadeira descer suavemente. Quanto mais forte for o acionamento, maior será a velocidade de descida. Basta tirar a mão da alavanca para a cadeira parar imediatamente. Aconselhamos treinamento em alturas de até 3 metros.    

 

Fácil colocação da corda

 

                       

a) Enfiar a corda na argola passando pelo gancho.

b) Apertar a alavanca controladora de velocidade e deixar a corda presa.

c) Passar a corda no gancho de segurança.

Modelo 2

 

Sobe e desce em corda de nylon (12 mm de diâmetro de qualquer comprimento - Peso:  10 kg).

Prático e seguro funcionamento: patenteados sistemas de tração (dispensa uso de peso na ponta da corda) e de dupla trava acoplado às manoplas (bloqueia o aparelho após qualquer movimentação). 

 

 

 

 

Facilidade de montagem:

A corda pode ser imediatamente colocada ou retirada em qualquer ponto e não precisa ser mantida esticada por um peso.  

 

 

 

Modelo 3

 

Sobe e desce em cabo de aço de qualquer comprimento (4,8 mm de diâmetro, formação 6x19, resistência de 1.500 kg). Indispensável na manutenção industrial onde é necessário usar cabo de aço resistente a jateamento de areia, vapores, calor e solda. O cabo de aço, normalmente, é galvanizado, porém, pode ser inoxidável, para atender exigências das indústrias alimentícias e farmacêuticas. Peso: 12 kg.

 

 

 

Flexibilidade de montagem

 

O cabo de aço pode ser imediatamente colocado em qualquer ponto e deve ser mantido esticado pelo peso do próprio carretel, com o excesso do cabo enrolado.


 Modelo 4

 

Especialmente indicada para espaços confinados ou serviços em que o trabalhador tenha necessidade da frente livre para fácil operação de ferramentas ou instrumentos. Peso: 6 kg.

A movimentação é feita por outra pessoa (vigia) usando um guincho (veja capítulo 2).

Modelo 5

 

Modelo compacto, possibilita que o trabalhador movimente-se em espaço confinado com diâmetro de 50 a 70 cm. Peso: 5 kg. 

Demais características são idênticas ao modelo 4.

 

 

Formas de fixação dos  cabos de aço e cordas

INTRODUÇÃO

As normas NBR 14.626, 14.627. 14.628 e 14.751 da ABNT exigem que os cabos  e cordas das cadeiras e trava-quedas sejam fixados em pontos com resistência de, no mínimo, 1.500 kg.

Normas internacionais determinam que todos os suportes estabilizados por contrapesos, simples encaixe ou grampos de aperto possuam ancoragem em ponto resistente (mínimo de 1.500 kg) por meio de corrente ou cabo de aço.

 

A) FIXAÇÃO DIRETA (sem uso de suportes)

Nesse caso, não há distância entre os cabos e a fachada, sendo possível a movimentação da cadeira, com facilidade, do solo ao penúltimo andar (Figura 1).

As cordas devem ser protegidas da quina da parede por meio de material flexível, tipo borracha.

Os cabos de aço não devem ser apoiados nas quinas, mesmo com proteção, tipo borracha, visto que sofrem deformação permanente e ficam com a resistência comprometida. Para sua correta fixação é necessário usar corrente ou outro cabo de aço (com diâmetro maior) ligados por meio de mosquetão ou manilhas.

B) FIXAÇÃO INDIRETA (com uso de suportes)

Utilizando-se suportes que deixam os cabos distanciados cerca de 30 cm da fachada, é possível movimentar-se com facilidade  do solo ao último andar (Figuras 2 e 3). 

Figura 1

Figura 2

Figura 3

Abaixo, apresentamos os principais tipos de suportes e suas características:

Suporte tipo "TRIPÉ GULIN MODELO T-2"

Pode ser usado por todos os modelos de cadeiras suspensas e guinchos manuais Gulin. Possibilita movimentação simples da cadeira pelo guincho acionado pelo vigia ou dupla movimentação (vigia com o guincho e/ou o trabalhador acionando a cadeira).

Produzido em  tubos de aço, acabamento antiferruginoso.

A estabilidade do tripé é garantida por uma base constituída de 12 contrapesos de 25 kg, facilmente interligados por dois parafusos. Todas as partes podem ser transportadas e montadas por um único homem.  A altura do suporte junto ao beiral (1,35 m) torna prático e seguro o acesso à cadeira (Figura 4). A estabilidade do conjunto é calculada de forma análoga à figura 5.

 

Figura 4

Sugestões de suportes não comercializados pela Equipamentos Gulin:

Suporte tipo "ESPAÇADOR"

Normalmente produzido em aço tubular quadrado (40 x 40 mm) com 2 mm de espessura. Pode ser facilmente manuseado por uma única pessoa. É ajustado junto a quina da fachada por meio de duas correntes de aço, com elos de, no mínimo, 6 mm de diâmetro. Possui duas barras horizontais que atuam como degraus de uma escada, para facilitar o acesso à cadeira (Figura 2). Peso: 7 Kg.

 

Suporte tipo "VIGA COM CONTRAPESOS"

 

A viga de aço, geralmente, tem a forma de perfil "U" (4"x 1 5/8"), pesando 8 kg/m, composta de duas partes com 3 m de comprimento (Figura 5). A estabilidade da viga é garantida por uma quantidade de contrapesos de 25 kg, determinada pela formula:
 

 

 

sendo:

N = quantidade de contrapesos

A = distância do ponto de apoio ao cabo (cm)

B = distância do ponto de apoio ao centro dos contrapesos (cm)

 

                                                                                Figura 5 

 

Os contrapesos de 25 kg são de aço, seção quadrada ( 4” x 4”), comprimento de 12”.

 

Suporte tipo "VIGA COM RODAS E CONTRAPESOS"

A viga, geralmente, é constituída por dois tubos de aço, comprimento de 3 m, seção retangular. As rodas devem ter trava de bloqueio e a estabilidade do conjunto é calculada de forma análoga ao caso anterior (Figura 6).

 

 

                                                                                       Figura 6

 

Suporte tipo GANCHO "J"

Apoiado necessariamente em beirais de concreto armado

 

Figura 7

 

Suporte tipo "GRAMPO DE APERTO"

Apoiado necessariamente em beirais de concreto armado

 

                                            

 

 

 

Figura 8

 

 

INSTRUÇÕES DE USO DAS CADEIRAS:

1. A cadeira suspensa deve ser usada em conjunto com trava-queda e cinturão pára-quedista (NR18).

2. O ponto de ancoragem do cabo de sustentação da cadeira deve ser independente do ponto de ancoragem do cabo do trava-queda e resistirem a, no mínimo, 1500 kg (NR 18 e NBR 14751).

3. Os cabos de aço e as cordas de segurança devem ser protegidos das quinas vivas e saliências (NBR 14751).

4. A conexão do cabo de aço da cadeira ao ponto de ancoragem deve ser feita com uso de cabo de aço independente, corrente, mosquetão ou manilha, isto é, não se deve usar o próprio cabo de aço da cadeira para amarração (NBR 14751).

                                               

5. Procedimentos de segurança para montagem e acesso à cadeira:

a) A cadeira suspensa e seu trava-queda integrado devem ser preparados para funcionamento por um trabalhador habilitado e protegido por cinturão pára-quedista e talabarte de corrente (máximo 2 m) ligado à sua argola dorsal ou frontal (Fig. a).

b) O trabalhador só deve sentar-se à cadeira com o talabarte de corrente ligado ao seu cinturão (Fig.b).

c) O trabalhador só deve soltar-se do talabarte de corrente após ligar seu cinturão à cadeira (Fig.c).

Nota: para sair da cadeira deve-se fazer o procedimento inverso.

                                                           

 INSTRUÇÕES PARA INSPEÇÃO DAS CADEIRAS:

Antes de cada uso, inspecionar:

1. As cadeiras suspensas não devem ter peças gastas, tortas, quebradas, trincadas ou aparência duvidosa.

2. Os componentes devem ser inspecionados conforme os seguintes Capítulos:

 

 Trava-quedas móveis

 

 Cinturão de segurança

 

 Cabos de aço e cordas de segurança

 

 Inspeção de sistema de proteção contra quedas

3. A cadeira de descida modelo 1 não deve apresentar excessivo desgaste das partes metálicas pela movimentação da corda de nylon. A alavanca de freio não deve ter folga em seu eixo e o freio deve deixar a cadeira imóvel quando o trabalhador nela estiver sentado com seu material de trabalho.

4. As cadeiras modelos 2 e 3 devem ter as manoplas e travas com perfeita mobilidade. É importante desmontar as manoplas, lavá-las e engraxá-las após uso de produtos químicos corrosivos ou pastosos "tipo epóxi", para evitar engripamento das travas.

 

 

 

 

 

5. A cadeira 3 deve ter os dentes das três engrenagens em perfeito estado e ter o cabo de aço (nunca lubrificá-lo) colocado corretamente conforme esquema ao lado e mantido esticado pelo peso de seu próprio carretel.

 

 

 

INSTRUÇÕES PARA MANUTENÇÃO DAS CADEIRAS:

1. Armazenar as cadeiras suspensas limpas e abrigadas das intempéries em lugar seco.

2. Desmontar, lavar e engraxar as manoplas das cadeiras 2 e 3 após uso de produtos químicos corrosivos ou pastosos "tipo epóxi".

3. As cadeiras suspensas Gulin devem ser revisadas anualmente pela EQUIPAMENTOS GULIN conforme exigência da norma NBR 14751.