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Fácil funcionamento Não necessita das mãos para funcionar. O operário pode movimentar-se no plano horizontal, assim como subir e descer escadas, rampas e pilhas de materiais, sem risco de queda. O cabo retrátil nunca fica frouxo, devido à ação de uma mola de retorno. Havendo movimento brusco, tropeço, desequilíbrio do operário ou quebra de telha, o equipamento trava-se imediatamente e evita a queda da pessoa. Pode ser usado fixo num ponto acima do local de trabalho ou deslocando-se na horizontal por um trole. Equipamento testado e aprovado pelo Ministério do Trabalho (CA-5153). Deve ser usado com cinturão pára-quedista Gulin-102, ancoragem dorsal ou frontal.
Fixação do trava-queda Deve ser
fixado sempre acima do trabalhador em local que resista a, no mínimo, 1500
kg. O deslocamento horizontal do trabalhador, em relação ao prumo do aparelho
(L), não deve ser superior a um terço da distância entre a argola dorsal do
cinto e o solo (H).
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Deslocamento vertical do trava-queda Para otimizar o uso de
qualquer trava-queda, seu ponto de fixação pode ser alterado usando-se
correntes de aço com elos de, no mínimo, 6mm de diâmetro. Deslocamento horizontal do trava-queda Os trava-quedas retráteis
R-10 e R-20 podem ser montados em troles, para fácil movimentação. Em áreas internas,
geralmente, utiliza-se o trava-queda R-10 conectado ao trole TR-1 e trilho I
(fig.1). Em telhados, usa-se o
trava-queda R-10 ou R-20 conectado ao trole TR-2 e trilho I (fig.2). Pode-se usar o trava-queda
R-10 conectado ao trole TR-3 e cabo de aço (fig.3). Para maiores detalhes sobre troles, veja o Capítulo 5.
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Modelo R-10 Possui 10m de cabo
retrátil em aço galvanizado, 4,8mm de diâmetro, resistência de 1500 kg e
terminal tipo olhal com destorcedor para durabilidade do cabo e com indicador
de queda (indica necessidade de revisão). Peso: 6 kg. Pode ser fornecido com
revestimento sintético ou com cabo inoxidável. Modelo R-20 Possui 20m de cabo de aço retrátil, peso de 9 kg.
Demais características são idênticas às do modelo R-10. |
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manivela de resgate desativada |
Modelo R-20R Especialmente indicado para trabalho em espaço confinado (veja maiores detalhes no Capítulo 8). Possui manivela de resgate que só deve ser usada na emergência, visto que o equipamento não é projetado para movimentação constante de pessoa ou peso. Em condições normais de trabalho, a manivela de resgate é mantida desativada e o aparelho funciona de forma idêntica a qualquer trava-queda retrátil. |
manivela de resgate ativada
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O trava-queda resgatador usa cabo de aço galvanizado ou inoxidável (opcional) com 4,8 mm de diâmetro, comprimento de até 20 m, revestimento sintético (opcional) para uso em atmosfera potencialmente explosiva.
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Modelo R-2 Indicado para trabalho
com pouco deslocamento em relação ao ponto de fixação do aparelho. Possui 2,50 m de fita de nylon retrátil e dois mosquetões de aço inox Gulin. Peso de 0,8 kg, pode ter seu ponto de fixação deslocado com uso de corrente com elos de aço. |
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Aplicações
1. Áreas de carga As estatísticas de acidentes
demonstram que o trabalho de carregamento em caminhões, principalmente,
durante a operação de enlonamento, sem a devida proteção contra quedas, é o
principal responsável por graves acidentes nesta área. Mundialmente, o sistema
de segurança contra quedas mais usado sobre caminhões e vagões ferroviários é
constituído por trava-queda retrátil (modelo R-10) conectado a um trole. Em
áreas internas, geralmente usa-se o trava-queda R-10 conectado ao trole TR-1
e viga de aço I de 4” x 2 5/8” (fig.1 e 4). Em áreas externas, usa-se o
trava-queda R-10, conectado ao trole TR-3 e cabo de aço galvanizado ou
inoxidável com diâmetro de 3/8” (fig. 3 e 5). Para perfeito funcionamento do
sistema de proteção é necessário, conforme mostra a fig.4, que: a) a distância entre a
cabeça do trabalhador e o trilho seja de, no mínimo, 70 cm. b) o deslocamento lateral
do trabalhador, em relação ao prumo do aparelho (L), não seja superior a um
terço da altura (H). Nos locais onde são
inviáveis as condições acima, nosso setor técnico está apto para apresentar a
melhor alternativa. Nossa indiscutível experiência e liderança nesta área
pode ser comprovada pela maioria dos trava-quedas instalados nas unidades da
Petrobrás e suas Distribuidoras. |
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Fig.4
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2. Telhados O Ministério do Trabalho
exige que, nos telhados, sejam instalados cabo-guia ou cabo de segurança em
aço ou corda sintética, para movimentação com cinturões tipo pára-quedista.
Para amplas informações sobre trabalho em telhados veja Capítulo 11. Para movimentação dos
trava-quedas retráteis é usado o trole TR-2 (Fig.2) que se movimenta num
trilho de aço (viga “I” de 4” x 2 5/8”) instalado na cumeeira, conforme
Fig.6. Para telhados com largura
(L) de até 10 m, usa-se o trava-queda retrátil R-10. Para larguras de até 20
m, usa-se o modelo R-20. Para telhados com largura
superior a 20 m, não é utilizado trava-queda retrátil, devido ao peso do
aparelho e a dificuldade de locomoção do trabalhador. 3. Andaimes suspensos Sobre o aspecto técnico,
o trava-queda retrátil R-10, usado com ancoragem dorsal, é indiscutivelmente
o mais indicado para trabalho em andaimes suspensos (Fig.7), visto que,
oferece ao trabalhador total mobilidade para execução do serviço. Na prática,
por motivos puramente comerciais, usa-se o trava-queda móvel para cabo de aço
ou corda vertical fixos e tenta-se aumentar um pouco a mobilidade do
trabalhador usando-se um extensor de comprimento maior que o indicado pelo
fabricante. Tal procedimento é totalmente errado e pode provocar acidentes
graves, pelo fato de que o trava-queda poderá ser submetido a cargas
dinâmicas superiores aos valores projetados e testados. |
Fig.7 |
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